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Você sabe para onde está indo?

Você sabe para onde está indo?
Você sabe o que fazer?

Quem pode responder minhas perguntas?

Por que nasci? De onde venho? Para onde vou? Que faço aqui? Por que o mal, o sofrimento e a morte existem?
Que respostas vou dar a estas e a muitas outras perguntas? Não consigo esquecê-las e apenas viver como um animal vive. Procuro, mas não encontro. A filosofia e a religião tentam me ajudar, porém cada uma de suas respostas me faz tropeçar em uma nova pergunta. Nasci por acaso, vivo por necessidade, logo e inevitavelmente desaparecerei. Poderia não ter nascido. Poderia não estar vivendo. Mas não posso deixar de morrer. Estou aqui e não entendo nada. É desesperador!
A não ser que... animo-me a ler um livro que reivindica, há muitos séculos, demonstrar a existência de um Criador, e me convenço de que Ele tem algo a me falar. Isso é interessante. Segundo ouvi dizer, esse livro dá respostas satisfatórias a todos os que se atrevem a abri-lo. Então, por que não ler o tal livro?
Decidi começar a ler a Bíblia. E ainda a leio. Cada dia descubro nela alguma coisa a mais sobre o meu Criador e Deus. Um Deus Grande, Justo, Santo e transbordante de amor, que me conhece e me revela o que realmente é a vida. Sim, a verdadeira vida consiste em conhecê-Lo, o “único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo”, a quem Ele enviou “para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 17 : 3 e 3 : 16)


Fonte: Boa Semente, Devocional 2007



"Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente." (João 6 : 68,69) --> Posicione o mouse nos textos para parar ou desacelerar




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27 de dez de 2009

As justiças dos homens são desconsideradas por Deus, não servem. A impossibilidade do homem se justificar por obras





"O sacrifício dos ímpios já é abominação; quanto mais oferecendo-o com má intenção!" (Provérbios 21 : 27)

Uma das características do pecado, é a injustiça, pois são atos cometidos que infringem a justiça de Deus e a Lei de Deus.
Os homens tentam de muitas formas se justificar, se tornarem justos diante os olhos de Deus, alguns exemplos de atos próprios de supostas formas de justificação são: Ir às reuniões de “igrejas”, ajudar o próximo, fazer ações de caridade, dar dizimo, deixar de pecar muito e não pecar pecados graves etc. Todas estas formas e outras aqui não citadas são algo que o homem faz, são os seus esforços próprios que estão sendo oferecidos para Deus, mas outra vez veremos que não é assim que Deus vê, a real forma do homem poder se justificar diante dEle, pois a Sua forma de pensar é totalmente diferente; "Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR." (Isaías 55 : 8). Deus considera tudo o que o homem faz por meio de si, para se justificar, como algo inútil e sem qualquer valor para que Ele possa perdoar o homem de seus pecados, vemos isto nos seguintes versículos; "Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebatam." (Isaías 64 : 6), aqui Deus nos relata como em toda a Bíblia sobre a nossa imundícia e por este caso que as formas levantadas pelos homens de tentar se justificar diante de Deus são considerados por Ele como trapo de imundícia, não muda a forma que Deus nos vê. Vejamos também na seguinte passagem; "Pois quê? Somos nós mais excelentes? De maneira nenhuma, pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado; Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. A sua garganta é um sepulcro aberto; Com as suas línguas tratam enganosamente; Peçonha de áspides está debaixo de seus lábios; Cuja boca está cheia de maldição e amargura. Os seus pés são ligeiros para derramar sangue. Em seus caminhos há destruição e miséria; E não conheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos. Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que toda a boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus. Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado." (Romanos 3 : 9,20). Aqui nos é mostrado os pecados sendo exercidos por todo o nosso corpo, e por este motivo é que no versículo 20, nos é relatado que nenhum homem, nenhuma carne será justificada diante de Deus por obras, por algo feito e vindo do homem. Porque o homem não tem condições, capacidade ou qualidade para fazer algo que Deus aceite, e também por que o preço que Deus estabeleceu para o pagamento, a justificação do pecado, é MORTE; "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor." (Romanos 6 : 23), somente este preço sendo pago é que Deus estará satisfeito.
Pagamentos que oferecemos para Deus, para Ele nos perdoar os pecados em troca de nossa justificação e acesso ao céu, não O satisfaz, porque estes preços de nada servem e porque não são o único e inalterável preço que Deus estabeleceu. Vamos ver um exemplo para compreendermos melhor: Eu determino um preço para que alguém pague pela minha Bíblia, este preço que eu estabeleci é um cacho de banana, mas você vem no outro dia com um caminhão carregado de maçã para dar de pagamento pela minha Bíblia, pois você julgou ser um preço justo a dar pela minha Bíblia, mas eu o nego. Porque não é o preço que eu estabeleci que você está me oferecendo. Então no dia seguinte você retorna com um trem com 200 vagões carregados de pêssego para dar de pagamento pela minha Bíblia, mas eu novamente o nego, porque você novamente me trouxe um preço o qual eu não o estabeleci em pagamento da Bíblia. Por mais que nas duas vezes você me trouxe uma quantidade superior do que um cacho de banana, eu os recusei porque eu pedi “um cacho de banana”. Assim igualmente são os homens para com Deus, os homens oferecem suas muitas obras: ir à “igreja” quase todos os dias por muitos anos, perseverar em ajudar o próximo, dar dizimo de todo teu salário, ajudar instituições de caridade etc. São preços estabelecidos e oferecidos pelos os homens para Deus em troca da justificação (entrada no Reino de Deus, Céu), mas Deus os recusa, pois não são o preço que Ele estabeleceu, o qual é somente morte. Os homens estabelecendo suas formas de justiça para com Deus, continuam injustos diante de Deus e destinados a irem para o inferno.
Vejamos mais exemplos em uma passagem da Bíblia; "E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano. O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado."(Lucas 18 : 9,14). Aqui vemos uma parábola, ou seja, uma história que foi contada para se comparar com o estado de justificação do homem para com Deus.
No versículo 9, Deus (Jesus Cristo) diz que esta parábola é para aqueles que confiam em si mesmo, ou seja, creem que se justificarão por algo que fazem, e mostrando que não será aceito por Deus. Vemos então dois homens, o fariseu e o publicano, os dois foram ao templo a orar.
Nos versículos 11,12, vemos o fariseu orgulhoso pelos atos exercidos do cumprimento da Lei que por Deus foram dadas antigamente. Ele se ensoberbeceu porque jejuava duas vezes na semana (sendo que a ordem de Deus é jejuar uma vez por semana) e dava o dizimo, por isto é que estava confiante de que era justo diante de Deus, por estes seus esforços próprios oferecidos à Deus, notamos isto em sua oração.
No versículo 13, aqui vemos ao contrário, um homem humilde que não estava oferecendo nenhuma obra para Deus, pois sabia que de nada serviria.
Este homem reconheceu a sua imundícia e miséria, por isso não teve coragem de levantar os olhos, e estava consciente de que de nada serviria ele fazer algo para se justificar. Por este motivo, se humilhou e buscou somente em Deus a solução do seu problema, pois estava confiante não em si, mas em Deus.
No versículo por fim. Vemos aqui que Deus justificou o publicano, aquele que reconheceu que era imundo pecador e que por este fato foi buscar em Deus a solução. O fariseu por mais que tentou cumprir a Lei de Deus, não foi justificado, porque ele estava confiante de que ele conseguiria por esforços próprios e de que não precisaria de Deus, ele estava oferecendo para Deus os seus esforços (Exemplo do caminhão de maça e trem de pêssego), mas Deus o recusou porque não é este o preço e forma que Ele estabeleceu.
Assim como o fariseu, os homens que acham que irão se justificar diante de Deus por esforços próprios, por seus feitos, todos serão recusados por Deus e não irão se desviar do caminho do inferno, Deus também nos mostra sobre isto no seguinte versículo; "Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte." (Provérbios 14 : 12), aqui Ele diz que os caminhos que o homem segue (ir à “igreja”, ajudar o próximo, dar dizimo... etc.) que aos homens parecem se direito, ou seja, que os levarão ao céu. Estes caminhos não os desvia do caminho da morte, inferno, pois esses caminhos não são o único e inalterável caminho que Deus estabeleceu para o homem poder chegar até Ele. Só há o único caminho: "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." (João 14 : 6).
Deus também em outro versículo nos diz que o homem pode fazer (obras) o que for, que Ele não irá apagar os seus pecados, ou seja, justificar; "Por isso, ainda que te laves com salitre, e amontoes sabão, a tua iniquidade está gravada diante de mim, diz o Senhor DEUS." (Jeremias 2 : 22), iniquidade é pecado; "Qualquer que comete pecado, também comete iniquidade; porque o pecado é iniquidade." (I João 3 : 4). Deus diz, que o homem pode ser esforçar o máximo que poder para apagar seu pecado de diante dEle, Deus fala que o pecado permanecerás, pois não são as obras do homem que farão com que Deus perdoe seus pecados.
A Bíblia nos disse nestas passagens e diz em muitas outras, que o homem de forma alguma se justificará diante de Deus por obras, feitos, esforços próprios;
"Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada." (Gálatas 2 : 16);
"E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé." (Gálatas 3 : 11);
"Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei." (Romanos 3 : 28).
"Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça." (Romanos 4 : 5).


Aprendemos portanto, o que a Palavra fala sobre a insignificância das obras dos homens para se justificarem diante de Deus. Caso você se interessar por mais exposições sobre este caso ou estiver dúvida, deixe uma solicitação.

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